Janeiro mal começou e, para muitos profissionais do mercado automotivo, o ano já parece atrasado. Campanhas sendo ativadas às pressas, verba de mídia sem critério claro, cobrança por resultado imediato e uma sensação constante de estar “apagando incêndio”. Esse cenário não é falta de esforço. É falta de planejamento.
No marketing automotivo, operar sem previsibilidade cobra um preço alto. E 2026 tende a ser ainda mais exigente para quem continua decidindo tudo no improviso.
O primeiro ponto crítico é o orçamento anual de mídia. Quando ele não existe — ou não é respeitado — cada campanha vira uma negociação interna, cada anúncio depende do humor do mês e o marketing passa a disputar espaço com outras urgências da operação. O resultado? Investimentos mal distribuídos, excesso de gastos em períodos errados e ausência total de visão de longo prazo.
Planejar o orçamento não significa travar decisões, mas dar direção. Saber quanto pode ser investido ao longo do ano permite testar, otimizar e escalar com mais segurança, sem depender de ações desesperadas para “salvar o mês”.
Outro erro comum é ignorar a sazonalidade do mercado automotivo. Existem meses naturalmente mais fortes para geração de leads, outros mais favoráveis ao fechamento, e períodos em que o consumidor simplesmente desacelera. Quem não considera isso acaba cobrando performance fora de contexto e tomando decisões erradas baseadas em expectativas irreais.
Marketing previsível respeita o ritmo do mercado.
E isso se conecta diretamente à definição de metas. Leads, vendas e CAC precisam ser reais, não desejados. Sem histórico, sem dados e sem estratégia, metas viram apenas números soltos em uma planilha. Pior: viram pressão sobre campanhas que ainda nem foram estruturadas.
Metas bem definidas ajudam a calibrar investimento, canal, mensagem e expectativa. Metas irreais geram frustração e desperdício.
Mas talvez o maior gargalo esteja na falta de integração entre marketing e comercial — principalmente no início do ano. Quando essas áreas não conversam, o marketing gera leads que o time de vendas não consegue atender, ou o comercial cobra resultados que o marketing não tem base para entregar.
Essa desconexão faz com que o gestor fique no meio do fogo cruzado, resolvendo problema atrás de problema, sem tempo para pensar estrategicamente.
O resultado é um marketing reativo, que corre atrás do prejuízo em vez de construir resultado.
Sair desse ciclo exige método, visão de negócio e apoio especializado. Não dá para tocar mídia, estratégia, análise de dados e integração comercial no improviso, especialmente em um mercado tão competitivo quanto o automotivo.
Planejar 2026 é decidir, desde janeiro, que o marketing vai parar de apagar incêndio e começar a operar com controle, clareza e previsibilidade.
Para quem não quer passar mais um ano tomando decisões no susto, a E2G Digital atua como parceira estratégica no planejamento de marketing automotivo. Da definição de orçamento anual de mídia à construção de metas realistas, passando pela leitura da sazonalidade do mercado e pela integração entre marketing e comercial, a proposta é simples: dar previsibilidade ao crescimento.
Entre em contato com nossa equipe e entenda como estruturar seu marketing o quanto antes para operar com controle, consistência e resultado ao longo de todo o ano.




